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Progesterona: como pedir a receita online
A progesterona é uma hormona usada em situações de saúde hormonal feminina, por indicação médica, e em Portugal é um medicamento sujeito a receita médica. Isso significa que a farmácia só a dispensa mediante prescrição válida.
Neste artigo
Esta página explica o que a Receita Viva faz e o que não faz, quer já faça este tratamento e a sua receita tenha chegado ao fim, quer ainda não o tenha iniciado. O pedido é feito por formulário: responde a perguntas clínicas por escrito, sem videochamada e sem marcação.
Um médico analisa a informação e decide. Quando decide emitir, recebe por e-mail uma receita transfronteiriça em PDF, ao abrigo da Diretiva 2012/52/UE. Não é uma receita do SNS: não tem código de dispensa nem número de utente, e o farmacêutico avalia o documento e pode recusar. Não prometemos receita.
A avaliação clínica pode terminar sem prescrição, e explicamos abaixo como funciona o pagamento nesse caso.
Progesterona: para que é usada e porque exige receita
A progesterona é uma hormona produzida pelo organismo. Em medicina, é usada em contextos de saúde hormonal feminina, sempre segundo a indicação do médico que acompanha o caso. Esta página não substitui o folheto informativo nem indica doses: essa informação está no folheto do medicamento e na avaliação do seu médico.
O que importa reter aqui é o estatuto legal. Em Portugal, a progesterona é um medicamento sujeito a receita médica, pelo que a farmácia só a entrega com prescrição válida. A prescrição que emitimos identifica a substância pela denominação comum internacional e não uma marca comercial, e o que a farmácia verifica é a substância prescrita e a validade do documento.
Se tiver dúvidas sobre que embalagem corresponde ao que lhe foi prescrito, o farmacêutico pode esclarecê-lo ao balcão. Convém ainda ter presente uma coisa que se confunde com frequência: a progesterona prescrita nestes contextos não é um método contracetivo e não previne a gravidez. Quem não quer engravidar continua a precisar de um método contracetivo próprio, escolhido com o médico que a acompanha.
Se está a fazer o tratamento há algum tempo e a receita terminou, o problema não é clínico nem burocrático: é apenas a falta de um documento válido para levar à farmácia.
Como pedir a receita de progesterona
O processo na Receita Viva é feito por escrito, do início ao fim. Preenche um formulário com o historial relevante: que medicamento está a tomar, há quanto tempo, quem o prescreveu, que outras doenças ou medicamentos tem e quaisquer sintomas novos. Se ainda não faz este tratamento, descreva o motivo do pedido e junte os relatórios ou análises que tenha: como um primeiro tratamento hormonal exige observação, historial completo e, muitas vezes, exames, o médico vai, em regra, pedir-lhe esses elementos ou recomendar uma consulta presencial antes da primeira prescrição.
Não há videochamada nem marcação, e não é preciso deslocar-se. Depois do pagamento, o pedido segue para avaliação médica. O médico responsável, Dr. Damian Wojno, inscrito na Ordem dos Médicos da Polónia com a licença profissional 3211301, lê a informação submetida e pode pedir documentos adicionais, por exemplo o relatório do médico que iniciou o tratamento ou análises recentes.
Esse contacto é feito por e-mail, por isso convém verificar a caixa de correio e a pasta de spam. Se a informação for suficiente e o médico considerar o tratamento clinicamente adequado, a receita é emitida e enviada em PDF para o seu e-mail.
O que é a receita transfronteiriça em PDF
O documento que recebe é uma receita transfronteiriça, emitida ao abrigo da Diretiva de Execução 2012/52/UE, que fixa os elementos que uma receita emitida noutro Estado-Membro deve conter para poder ser reconhecida. Imprime o PDF e apresenta-o na farmácia, juntamente com o documento de identificação indicado na receita. Há três coisas que este documento não é.
Não é uma receita do SNS, por isso não dá acesso a comparticipação. Não tem código de dispensa nem número de utente, porque esses elementos pertencem ao sistema português de prescrição eletrónica. E não obriga ninguém: o farmacêutico avalia o documento e decide se dispensa, podendo recusar se tiver dúvidas sobre a prescrição ou sobre a identificação.
Nem todas as farmácias estão habituadas a receitas estrangeiras, por isso pode ter de contactar mais do que uma.
Avaliação clínica, recusa e pagamento
O valor pago cobre a consulta, ou seja, o trabalho de avaliação clínica, e não a emissão garantida de um documento. A distinção tem consequências práticas. Se o médico analisar o seu caso e concluir que não deve renovar a prescrição por motivos clínicos ou legais, o pagamento é devolvido.
Se o médico lhe pedir documentação clínica, tem pelo menos 7 dias para a enviar e lembramos-lhe o prazo; se não for possível concluir a consulta, reembolsamos a totalidade. Há situações em que a resposta será sempre para procurar acompanhamento presencial: sintomas novos por esclarecer, gravidez, suspeita de gravidez ou hemorragia sem explicação.
Se o tratamento ainda não foi iniciado por nenhum médico, também pode fazer o pedido, mas o médico vai, em regra, pedir-lhe exames ou recomendar uma consulta presencial antes de iniciar um tratamento hormonal. Há também sinais que não são para avaliar por formulário: perante hemorragia genital abundante ou que não pare, dor abdominal ou pélvica intensa, febre ou desmaio, não espere pela resposta ao pedido e contacte a Linha SNS 24 (808 24 24 24) ou dirija-se a um serviço de urgência. O serviço é prestado pela MEDINOW Sp. z o.o.
Revisão clínica: Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, secção de Olsztyn, licença profissional n.º 3211301) · Atualizado em · Linhas editoriais · Operador: MEDINOW Sp. z o.o.. Conteúdo informativo; não substitui a consulta nem o folheto informativo do medicamento.
Perguntas frequentes
Não. Em Portugal, a progesterona é um medicamento sujeito a receita médica e nenhuma farmácia a pode dispensar sem prescrição válida. Sites que prometem envio sem receita estão a operar fora da lei e o produto não tem garantia de origem. O caminho legal é uma avaliação clínica que termine, ou não, com uma prescrição.
Não há nem marcação nem videochamada. Todo o processo decorre por escrito: preenche o formulário, o médico analisa e responde por e-mail. Se precisar de esclarecer algo, o contacto é feito também por e-mail. Este modelo funciona bem para continuidade de tratamento, mas não substitui uma observação presencial quando surgem sintomas novos.
Não. O documento emitido é uma receita transfronteiriça em PDF, ao abrigo da Diretiva 2012/52/UE, e não uma receita do sistema português. Por isso não tem código de dispensa, não usa o número de utente e não dá direito a comparticipação do SNS. Apresenta o PDF impresso na farmácia, com o documento de identificação referido na receita.
Não. O farmacêutico faz sempre uma avaliação própria e pode recusar a dispensa, por exemplo se tiver dúvidas sobre o documento, sobre a identificação ou sobre a adequação do medicamento. Nem todas as farmácias estão habituadas a receitas emitidas noutro país. Se receber uma recusa, pode tentar outra farmácia, mas não podemos garantir a dispensa.
Depende do motivo. Se a decisão de não prescrever for clínica, o valor é devolvido. Se o médico lhe pedir documentação clínica, tem pelo menos 7 dias para a enviar e lembramos-lhe o prazo; se não for possível concluir a consulta, reembolsamos a totalidade. Explicamos sempre por e-mail qual foi o motivo.
Pode fazer o pedido, embora continuar um tratamento já iniciado e acompanhado por um médico seja o caso mais simples. Um primeiro tratamento hormonal exige observação, historial completo e, muitas vezes, exames, pelo que o médico vai, em regra, pedir-lhe o relatório dessa observação e os resultados dos exames e, se essa observação ainda não tiver sido feita, recomendar uma consulta presencial antes de prescrever. Nesse caso, o pedido é recusado e o valor devolvido.
- Prestador registado entidade inscrita em registo oficial de prestadores de saúde
- Decide um médico cada pedido é avaliado por um médico, licença profissional 3211301
- Tudo por escrito sem videochamada e sem marcação
- Devolução em caso de recusa devolução do valor em caso de recusa por razões clínicas ou legais
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