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Levonorgestrel: como pedir a receita online
O levonorgestrel é um progestagénio utilizado em contraceção hormonal e, em apresentações próprias, em contraceção de emergência. Nas apresentações usadas em contraceção hormonal regular, é um medicamento sujeito a receita médica: a indicação, a escolha da apresentação e o acompanhamento pertencem sempre ao médico que avalia o seu caso concreto.
Neste artigo
Esta página não substitui o folheto informativo nem indica posologias; explica apenas o que é o levonorgestrel em termos gerais e como funciona o pedido de receita através da Receita Viva. Se já toma levonorgestrel por indicação médica e a sua receita está a chegar ao fim, pode submeter um formulário clínico online.
O Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, licença profissional 3211301) analisa a informação enviada e decide se a prescrição é adequada. Não há videochamada nem marcação: toda a avaliação é feita a partir do que escreve no formulário e dos documentos que anexar. Se estiver a iniciar contraceção pela primeira vez, ou a mudar de método, também pode fazer o pedido, e o médico avalia o risco antes de decidir; se surgiu algum sintoma novo, o caminho correto é uma consulta presencial antes de qualquer pedido.
Este serviço também não responde a situações de contraceção de emergência, pelas razões de tempo explicadas mais abaixo.
O que é o levonorgestrel e porque exige receita
O levonorgestrel é uma hormona sintética do grupo dos progestagénios, presente em contracetivos hormonais e em produtos de contraceção de emergência. A forma como é usado depende inteiramente da apresentação prescrita e da situação clínica de cada pessoa, pelo que não indicamos aqui doses nem esquemas de utilização: essa informação consta do folheto informativo e da indicação do médico que a acompanha.
Em Portugal, os contracetivos hormonais com levonorgestrel usados de forma regular estão sujeitos a receita médica. A razão é clínica e não burocrática. Antes de manter um progestagénio é preciso ponderar antecedentes pessoais e familiares, tensão arterial, tabagismo, enxaquecas com aura, história de trombose e a medicação que já está a tomar, porque existem interações relevantes. Essa ponderação exige um médico e não se resolve por um formulário automático.
A contraceção de emergência é um caso à parte e não é o que este serviço faz. Aí o que manda é o tempo: o levonorgestrel usado com essa finalidade destina-se a ser tomado até 72 horas após a relação desprotegida, e é tanto mais eficaz quanto mais cedo for tomado, enquanto o acetato de ulipristal tem uma janela até 120 horas.
Um pedido escrito, a avaliação de um médico e a deslocação a uma farmácia com um PDF que pode ser recusado não são compatíveis com esse prazo. Nessa situação, dirija-se diretamente a uma farmácia, contacte o SNS 24 ou uma consulta de saúde sexual e reprodutiva.
É por isso que não respondemos a pedidos de levonorgestrel sem receita. Se procura obter o medicamento sem avaliação médica, esta não é a página certa: o que podemos fazer é avaliar clinicamente o seu caso e, se for adequado, emitir um documento válido.
Como funciona o pedido de receita
O processo é integralmente escrito. Preenche o formulário clínico da Receita Viva, onde descreve a sua situação, o medicamento que já usa ou o método que pretende começar, antecedentes relevantes e medicação concomitante. Se vai iniciar contraceção hormonal ou mudar de método, o médico pondera os mesmos fatores a partir das suas respostas, como a tensão arterial, o tabagismo, as enxaquecas com aura e a história de trombose, e pode pedir-lhe uma medição recente da tensão arterial ou recomendar uma consulta presencial antes de prescrever; mudar de método também é possível quando o médico considera a mudança segura.
Pode anexar documentos, como a receita anterior, exames recentes ou registos de tensão arterial. Quanto mais completa for a informação, mais rápida e segura é a decisão.
O Dr. Damian Wojno analisa o pedido. Se faltar algum dado essencial, é contactada através da sua área de conta a pedir esclarecimentos ou documentação adicional. Se a informação for suficiente e a prescrição for clinicamente adequada, recebe o documento por correio eletrónico em PDF.
Não existe videochamada, telefonema nem marcação de hora. Também não avaliamos situações urgentes: se tiver dor intensa, falta de ar, dor no peito, dor ou inchaço numa perna, alterações súbitas da visão ou uma enxaqueca diferente do habitual, procure o SNS 24 ou um serviço de urgência em vez de submeter um formulário.
Que documento recebe e o que a farmácia faz com ele
O documento emitido é uma receita transfronteiriça em PDF, ao abrigo da Diretiva de Execução 2012/52/UE, emitida por um médico inscrito na Ordem dos Médicos da Polónia e enviada para o seu correio eletrónico. Convém perceber bem o que isto significa antes de avançar.
Não é uma receita do SNS. Não tem código de acesso nem código de dispensa, não está associada ao seu número de utente e não aparece na aplicação do SNS 24. Imprima o PDF e apresente o papel na farmácia, juntamente com um documento de identificação.
A decisão de dispensar é do farmacêutico. Uma receita transfronteiriça pode ser aceite em Portugal, mas a farmácia não fica obrigada a dispensar: o farmacêutico avalia o documento e pode recusar. Nem todas as farmácias estão familiarizadas com este formato, pelo que pode ser útil telefonar antes de se deslocar. Também não há comparticipação associada a este documento.
A Receita Viva é operada pela MEDINOW Sp. z o.o., sociedade sediada na Polónia, que presta o serviço de avaliação clínica à distância.
Custos, recusas e o que está incluído
O pagamento cobre a consulta, ou seja, o trabalho de avaliação clínica do seu pedido. Não é o pagamento de uma receita, e nunca garantimos à partida que a receita será emitida. Um médico que prometesse o resultado antes de ver o caso não estaria a avaliar coisa nenhuma.
Se o médico concluir que a renovação não é adequada por motivos clínicos ou legais, o valor pago é devolvido. É o caso, por exemplo, de contraindicações identificadas na avaliação ou de uma situação que exija observação presencial.
Se o médico lhe pedir documentação clínica, tem pelo menos 7 dias para a enviar e lembramos-lhe o prazo; se não for possível concluir a consulta, reembolsamos a totalidade. Ainda assim, vale a pena responder aos pedidos de esclarecimento dentro do prazo indicado na sua área de conta.
Em qualquer dos casos recebe uma explicação escrita da decisão e, quando aplicável, uma indicação sobre o passo seguinte.
Revisão clínica: Dr. Damian Wojno (Ordem dos Médicos da Polónia, secção de Olsztyn, licença profissional n.º 3211301) · Atualizado em · Linhas editoriais · Operador: MEDINOW Sp. z o.o.. Conteúdo informativo; não substitui a consulta nem o folheto informativo do medicamento.
Perguntas frequentes
Não. Os contracetivos hormonais com levonorgestrel usados de forma regular estão sujeitos a receita médica em Portugal, e a Receita Viva não emite qualquer documento sem avaliação clínica prévia. O que pode fazer é submeter o formulário para que o médico analise a sua situação. Se a prescrição for adequada, recebe uma receita válida; se não for, recebe a explicação por escrito.
Não é o caminho indicado. Na contraceção de emergência o tempo é decisivo: o levonorgestrel destina-se a ser tomado até 72 horas após a relação desprotegida, tanto mais eficaz quanto mais cedo, e o acetato de ulipristal tem uma janela até 120 horas. Esperar pela análise de um formulário e depois deslocar-se a uma farmácia com um PDF que pode ser recusado não é compatível com esse prazo. Contacte diretamente uma farmácia, o SNS 24 ou uma consulta de saúde sexual e reprodutiva, que respondem no imediato.
Não. Recebe uma receita transfronteiriça em PDF, ao abrigo da Diretiva de Execução 2012/52/UE, enviada por correio eletrónico. Não tem código de dispensa, não está ligada ao seu número de utente e não aparece na aplicação do SNS 24. Apresenta o PDF na farmácia com um documento de identificação. Não há comparticipação associada a este documento.
Não. A decisão de dispensa pertence ao farmacêutico, que avalia o documento e pode recusar, mesmo estando a receita corretamente emitida. Nem todas as farmácias conhecem este formato. Antes de se deslocar, pode telefonar à farmácia e perguntar se aceita receitas transfronteiriças emitidas noutro Estado-Membro da União Europeia.
Não. Toda a avaliação é escrita e assíncrona. Preenche o formulário clínico, anexa os documentos que tiver e o médico analisa quando o pedido estiver completo. Se faltar informação, é contactada através da sua área de conta. Não existe marcação, sala de espera nem chamada de vídeo ou de voz.
Depende do motivo. O valor cobre a consulta, não a receita. Se a recusa for por motivos clínicos ou legais, o valor é devolvido. Se o médico lhe pedir documentação clínica, tem pelo menos 7 dias para a enviar e lembramos-lhe o prazo; se não for possível concluir a consulta, reembolsamos a totalidade.
- Prestador registado entidade inscrita em registo oficial de prestadores de saúde
- Decide um médico cada pedido é avaliado por um médico, licença profissional 3211301
- Tudo por escrito sem videochamada e sem marcação
- Devolução em caso de recusa devolução do valor em caso de recusa por razões clínicas ou legais
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